Ao escrever este artigo em homenagem às mães — especialmente às corajosas mães de Operações —, não pude deixar de revisitar minha própria trajetória: engenheira, profissional de tecnologia, mãe divorciada de dois filhos pequenos. Embora isso tenha acontecido há muitos anos, parece que foi ontem.
Recordar essa fase me traz um sentimento profundo de realização. Não foi fácil. Houve momentos em que me perguntei como consegui dar conta de tudo — parecia que eu tinha superpoderes. Quantas vezes nos dividimos entre os papéis de profissional, gestora, mãe, educadora, mulher, esposa, dona de casa, estudante, ativista, amiga, filha? Cada um desses papéis é importante e exige nossa atenção em diferentes momentos.
Essas experiências me fizeram crescer como pessoa, aprender e evoluir. Somos mulheres guerreiras em cada papel que escolhemos desempenhar. Assumir essas múltiplas facetas nos fortalece e nos impulsiona, pois queremos ser um exemplo para nossos filhos e deixar um legado significativo.
Minha mensagem para todas as mães que hoje equilibram suas múltiplas funções — especialmente aquelas que desbravam áreas tradicionalmente masculinas — é: vocês têm superpoderes, sim. Esses poderes vêm da coragem, persistência, humanidade e, principalmente, do amor.
Quando agimos com amor e dedicação, somos recompensadas com surpresas positivas, que muitas vezes passam despercebidas, mas que nos proporcionam um profundo senso de realização.
Neste Dia das Mães, celebro todas as mulheres que, como eu, enfrentam os desafios diários com determinação e amor. Somos mulheres de operações e somos mães. Viva o nosso dia!