Hoje, quero celebrar as nossas conquistas e, acima de tudo, o nosso poder de resiliência. Em um mundo que nos apresenta desafios diuturnamente, nossa capacidade de adaptação e nossas habilidades únicas de liderança nunca foram tão fundamentais.
Não estamos em uma competição de gêneros. Estamos em uma jornada de superação — de nós mesmas, de nossos bloqueios e sabotadores. Escrevo isso para trazer clareza àqueles que ainda resistem às ações de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão) por se sentirem ameaçados ou por ocuparem uma posição defensiva diante de uma sociedade que busca, legitimamente, o progresso.
Infelizmente, os dados pedem atenção. Vemos retrocessos em políticas de DEI e uma preocupante reação conservadora em novas gerações. Segundo o King’s College, um terço dos homens da Geração Z percebe a mulher em uma posição inferior nos espectros social e econômico. Somado a isso, o relatório Women in the Workplace, da McKinsey, aponta um declínio no compromisso corporativo com o avanço feminino.
O que temos para comemorar, então?
Comemoramos nossa força. Obstáculos históricos não mudam da noite para o dia, mas celebramos cada mulher que alcança o topo e tem o poder de puxar outras consigo. Celebramos nossas comunidades de apoio e, acima de tudo, nossa capacidade de influência.
Seja como mães, avós, líderes ou mentoras, temos a ferramenta mais poderosa de transformação: o poder de moldar as próximas gerações. Nossa missão é clara: conscientizar o presente para abrir caminhos prósperos para todas as nossas sucessoras.
Feliz Dia Internacional da Mulher a todas que seguem construindo o futuro.
Autora: Cintia Scafutto
