Não podemos desistir quando avanços já foram feitos, não podemos nos calar quando notamos erros sendo cometidos e não podemos deixar de ter coragem de nos posicionarmos.
Obrigada Cris Pinho por nos trazer essa manifestação.
Esta semana o movimento “Diversidade Sim” foi lançado com o apoio de mais de 30 empresas brasileiras pelo professor José Vicente reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares . Uma reposta aos retrocessos que temos observado em empresas especialmente norte-americanas. Ações como esta e também do IBP – Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás são importantes para que façamos ajustes, e não a eliminação do que já avançamos até o momento. O evento “Mulheres que Transformam” homenageou as criadoras do comitê de diversidade da instituição, que promoveu um projeto de mentoria de muito sucesso, com o objetivo de acelerar a ascensão de mulheres na carreira gerencial na indústria de óleo e gás. Na ocasião falei sobre a meritocracia, onde para mim existem três pontos propositalmente esquecidos na falácia da contratação e ascensão profissional baseadas somente nela:
1- os vieses inconscientes que reduzem a percepção das falhas dos profissionais, especialmente de homens brancos .
2- os preconceitos racial, regional, de gênero e de formação que embaçam o julgamento do mérito .
3 – a falta de compaixão em não reconhecer que nem todos tiveram a mesma oportunidade para largar na mesma linha de partida, mas que podem sim alcançar à mesma linha de chegada, ao longo da jornada.
Obrigada Karen Cubas pelo convite e pela honra .
Ana Zambelli , Anelise Lara , Eduarda Philadelpho Fernandes de Pina , Patricia Pradal , Sylvia Anjos , Carla Lacerda: fizemos a diferença e ainda faremos mais.
Autor: Cris Pinho